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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Manuscrito 512: um dos maiores mistérios da cultura brasileira

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Já publicados aqui na mega histórias curiosas sobre os livros e documentos misteriosos hoje intrigam investigadores de todo o mundo, como Bíblia do Diabo e do famoso Manuscrito Voynich, cuja autoria e conteúdo ninguém conseguia decifrar ainda. No entanto, não precisamos ir muito longe para encontrar esse documento, porque aqui no Brasil há um exemplo superintrigante!

Este é o Manuscrito 512, que agora faz parte da coleção da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Ninguém sabe quem a autoria do documento, mas ela corresponde a um dos maiores mistérios arqueológicos do nosso país. O material fornece uma conta de um grupo de escoteiras que, no século 18, descobriu as ruínas misteriosas de uma cidade perdida desconhecido na Bahia.

Expedição Escoteiro


Fonte da imagem: Reprodução / Biblioteca Nacional

O manuscrito foi encontrado por acaso no século 19, em seguida, a Biblioteca Tribunal - que é hoje a Biblioteca Nacional - e descreve em pormenor a cidade como encontrados pelos pioneiros, que deixou São Paulo para uma expedição ao interior da Bahia. Nele, o autor relata que o grupo teria sido confrontados com uma montanha cheia de cristais brilhantes, e atrair a atenção dos homens, ele causou espanto e admiração.

O relato continua, desde que, ao chegarem ao topo da montanha, os pioneiros teria visto uma cidade grande, onde o acesso só pode ser realizada através de uma única entrada ornamentada com três arcos que trazem inscrições indecifráveis. O site também teve diferente estilo arquitetônico da época, bem como algumas curiosidades, como o fato de ser completamente abandonada e destruída confiar em alguns trechos.

Além disso, os edifícios - a maioria com mais de um pavimento - foram totalmente vazia, e não havia nenhum vestígio de recente ocupação humana. O autor do manuscrito também descreve uma praça na qual havia uma estátua de um homem em coluna preto - com o corpo nu da cintura para cima e com uma coroa de louros na cabeça - apontando para o norte.

Antiga civilização?

Os edifícios perto da praça seria enorme e contaria com estranhas figuras em relevo semelhante a corvos e cruzes, e um rio que passa pelo local que conduz a uma cachoeira. Lá, o grupo teria encontrado numerosos túmulos com inscrições curiosas, e uma moeda de ouro misterioso.

O objeto - é claro origem desconhecida - também teria registrado uma série de emblemas em toda a superfície, e um homem ajoelhado, de um lado, e as imagens de uma coroa, um arco e flecha gravado na outra. O autor do manuscrito incluindo compilou algumas das inscrições encontradas ao redor da cidade, como você pode ver na imagem a seguir.


Fonte da imagem: Reprodução / Biblioteca Nacional

Mistério e especulação

Acredita-se que o manuscrito foi produzido quando o grupo passou à frente com a expedição enviando o documento para o Rio de Janeiro aos funcionários apropriados. No entanto, como com todos os mistérios que se preze, a identidade dos pioneiros foi perdido, ea localização da suposta cidade jamais foi descoberto.


É claro que o documento acabou atraindo a atenção de pesquisadores de renome, e uma das hipóteses é que a cidade teria sido construída por antigos vikings mais de mil anos. Outra teoria é que os edifícios teria semelhanças com edifícios etíopes desde a Idade Média, e as inscrições seria em "gueez", uma língua antiga deste povo. No entanto, também existem aqueles que acreditam que os textos são da ptolomaico grego demótico uma forma de o egípcio.

Embora muitas teorias e muitos busca da cidade perdida, o fato é que o manuscrito 512 ainda é um dos maiores mistérios da cultura brasileira, e nós nunca pode ser decifrado. O acesso ao documento, que é bem deteriorado, é bastante restrito. Mas, felizmente, uma versão digital - você pode conferir através deste link - está agora disponível da Biblioteca Nacional. E você, leitor, o que você acha deste material intrigante?

Fonte: NetHistoria,  Ahduvido, Blibioteca Digital,  Scielo
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