quinta-feira, 27 de agosto de 2015

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Caverna escavada por mamíferos gigantes é descoberta na Amazônia 4 5 1

Caverna escavada por mamíferos gigantes é descoberta na Amazônia

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Uma equipe de Pesquisa Geológica de CPRM- Brasil encontrou o primeiro paleotoca Amazônia Abunã ponta, em Rondônia. Paleotocas são labirintos gigantes cavados por animais extintos, como preguiças e tatus gigantes. No caso de ponta Abunã, geólogo Amilcar Adamy, que liderou a expedição, acredita que o túnel foi escavado por uma preguiça gigante extinta há cerca de 10.000 anos, desde mamífero fóssil foram localizados no Vale do Rio Madeira durante a fase de mineração. No túnel é possível identificar marcas de garras que podem ser de origem animal.


- A caverna foi, por vezes visitado por moradores de uma comunidade próxima, mas achava que ela era uma obra humana, não escavada por animais gigantes. É uma ocorrência única no Amazonas e também é importante para a identificação do modo de vida desses animais eo clima do período Pleistoceno, caracterizada por um megafauna na região. E isso é muito bem preservada - diz Adamy.

As preguiças gigantes, dizem os especialistas, medindo até seis metros e pesando cerca de uma tonelada e meia. Até o momento os túneis foram escavados onde não havia floresta. De acordo com o geólogo, a região foi uma extensa savana habitada por animais gigantes, como mastodontes e grandes jacarés, preguiças além.

Adamy diz que, provavelmente, a área era muito mais frio e secar roupa no local onde hoje é a floresta amazônica - caracterizada pelo clima oposto, quente e úmido. A entrada da caverna é agora inacessível justamente porque estava escondido pelas árvores.

A paleotoca de Abunã dica é estruturas circulares e semicirculares de grande porte, interligadas com numerosos túneis ea extensão ainda é indefinido. Geólogos soube da sua existência em Geodiversidade Projeto Rondônia (GD-RO), realizada em 2010, que buscou identificar sítios geológicos que podem ser usados ​​como uma atração turística e incentivar o desenvolvimento do Estado de forma sustentável.


Adamy estava interessado na descoberta e fez o contato com pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS) e da Universidade Estadual Paulista (UNESP), que descobriu e estudou dezenas de paleotocas no sul. Agora Adamy e sua equipe foi para o campo para explorar o site e ver se, de fato, era um antro de animal extinto, o que eventualmente confirmada. O próximo passo é fazer mais estudos e realizar pequenas escavações em busca de possíveis fósseis, além de identificar a extensão da caverna. Em alguns lugares, o túnel é mais estreito e deslizamentos de terra foram registrados. Portanto, é necessário apaga-lo para identificar a verdadeira extensão, estimado em cerca de 200 metros de distância.

Ponta do Abunã está na fronteira de Rondônia com Acre e Bolívia. O local começou a ser exploradas a tempo de exploração da borracha na Amazônia, no século XIX. A ocupação inicial foi feita por moradores do Acre, mas o aumento do fluxo migratório ocorreu na década de 70, com a construção da BR-364. Na década de 80 houve disputa entre Rondônia e Acre sobre a posse da área e só na década de 90, foi decidido que a área pertencia ao estado de Rondônia. O estado do Acre teve de remover os equipamentos públicos que detinham na região, mas mesmo assim, a proporção é maior com o Acre, já que entre Porto Velho, capital de Rondônia, e Abunã ponta há uma barreira natural, que é o Rio Madeira.

Segundo os pesquisadores, o Rio Grande do Sul é o estado brasileiro com o maior número de paleotocas identificados. São mais de mil. Segundo dados da Paleotocas Project, que reúne pesquisadores de UFRS e Unesp, as paleotocas são únicos na América do Sul. Em média, os túneis têm larguras de quatro metros e alturas de 2 metros. Extensões muitas vezes chegar a 200 metros. Em Morro Grande, Santa Catarina, a 150 metros de túneis foram identificados, com cerca de 1,5 metros de diâmetro de 4 andares. O local fica em uma colina e tem pelo menos oito saídas.

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