sexta-feira, 10 de abril de 2015

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Cientista da NASA acredita que em trinta anos saberemos se há vida fora da Terra

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   Em painel de discussões ocorrido no último 07 de abril, especialistas da NASA comentaram os esforços da agência espacial norte-americana na busca por mundos habitáveis e vida extraterrestre. De acordo com a cientista chefe da agência, Ellen Stofan, em uma década deverão ser descobertas indicações fortes de que existe vida além da Terra, e a comprovação definitiva virá dentro de 20 ou 30 anos. Stofan afirmou: "Sabemos onde procurar, e como procurar. Em muitos casos já dispomos da tecnologia, e estamos no caminho de implementá-la".

   John Grunfeld, ex-astronauta e administrador associado do Diretório de Missão Científica da NASA, compartilha desse otimismo: "Acho que estamos a somente uma geração de encontrar vida alienígena, seja em uma lua de nosso Sistema Solar ou em Marte, ou ainda em um mundo orbitando uma estrela próxima". Todas as recentes descobertas apontam para locais favoráveis a vida, por exemplo em oceanos de água líquida sob as superfícies geladas de Europa e Ganimedes, luas de Júpiter, assim como em Encelado, lua de Saturno. E além de sabermos que oceanos cobriram Marte no passado distante, trilhas escuras sazonais em encostas do Planeta Vermelho observadas atualmente podem ser um sinal de água salgada fluindo em sua superfície. Além disso o rover Curiosity descobriu diversas indicações de que locais de Marte foram propícios à vida no passado.

   Em outra frente, os achados do telescópio espacial Kepler sugerem que praticamente qualquer estrela possui planetas, e muitos destes estão na região habitável, a distância correta de seu sol para que suas temperaturas superficiais permitam a existência de água líquida. Além disso esses mesmos dados apontam que mundos rochosos como Terra e Marte são muito mais comuns através de nossa galáxia, a Via Láctea, do que gigantes gasosos como Júpiter e Saturno. E como o diretor da Divisão de Astrofísica da NASA, paul Hertz, lembrou: "A Via Láctea é encharcada, possui muita água. Captamos com radiotelescópios sinais de água nas nuvens interestelares onde estrelas e sistemas solares se formam. Conseguimos observar água nos discos de poeira, detritos e rochas que se tornarão sistemas planetários, e até já vimos cometas evaporando ao redor de outras estrelas".

Buscando Extraterrestres


Para tentar encontrar a própria vida alienígena, a NASA deve lançar em 2020 o próximo rover para Marte, que irá vasculhar o planeta atrás de sinais de vida em seu passado, deixando ao mesmo tempo amostras para serem trazidas à Terra. A agência pretende lançar a primeira missão tripulada ao mundo vizinho na década de 2030. Antes, talvez em 2022, pode ser lançada a missão para Europa, a um custo de 2,1 bilhões de dólares, a vim de investigar a habitabilidade da lua, e talvez analisar as plumas de vapor d´água observadas no polo sul de Europa.

   Já em 2018 será a vez do Telescópio Espacial James Webb (JWST), que analisará super-Terras próximas que transitarem diante de seus sóis, e através da luz estelar passando pela atmosfera desses mundos, analisar sua composição e buscar gases produzidos pela vida. Um projeto com possível lançamento pela metade dos anos 2020 é o Telescópio Infravermelho de Amplo Campo, que se for aprovado terá um coronógrafo, instrumento utilizado em telescópios para bloquear a luz estelar, permitindo então observar diretamente exoplanetas. Assim, mundos menores, do tamanho da Terra, poderão ser analisados, atrás das bioassinaturas químicas da vida extraterrestre.


Fonte: Gizmodo
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