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terça-feira, 26 de agosto de 2014

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O Mistério dos Três Cosmonautas da Soyuz-11 que Morreram Sorrindo 4 5 1

O Mistério dos Três Cosmonautas da Soyuz-11 que Morreram Sorrindo

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  Hoje eu trago um estranho detalhe sobre a tragédia da espaço-nave Soyuz-11. Um detalhe tão estranho que seria por demais macabro se for verdade...

  No qual, desconfio que essa parte sobre os cosmonautas terem morrido sorrindo, possa ser um trecho adicionado para dar a conotação de lenda urbana ao incidente.

Segue adaptação:

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  "No dia 30 de junho de 1971, a nave espacial soviética Soyuz 11 pôs a funcionar o seu sistema automático de aterrissagem, depois de permanecer 24 dias no espaço.

  A equipe em terra se sentia satisfeita, apesar de que nos últimos minutos, haviam perdido contato com os cosmonautas: Georgi Dobrovolski, Vladislav Volkov e Viktor Patsayev. Nesse momento, começaria um dos mistérios mais comentados dos anos 70.

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  Por mais que tivessem perdido o contato ao atravessarem a ionosfera, não havia motivo para preocupação, pois a nave estava aterrissando segundo o previsto. Mas quando os técnicos abriram a escotilha da astronave, viram que os tripulantes sorriam, mas nenhum deles se moveu, nem levantou a mão para saudar. Todos estavam mortos.

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  Então, começaram as hipóteses para tentar aclarar porque os 3 estavam mortos sem nenhuma deformação nem rastro de terem passado medo durante a aterrissagem. Primeiro jogaram a culpa na descompressão, mas a autópsia não revelou hemorragias internas. Outros sugeriram uma trombose ou pânico que os conduziu a terem uma parada cardíaca, ao pensarem os astronautas, que se espatifariam no chão, mas o sorriso de seus rostos era um enigma.

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  O último diálogo entre os cosmonautas e a Terra dava motivos para pensar em qualquer outra possível hipótese:

“Aqui Yantar – disse Dobrovolski – tudo vai perfeitamente a bordo. Estamos em plena forma. Preparados para a aterrissagem. Já vejo a estação. O sol brilha.”

“Até daqui a pouco Yantar – respondeu o controle na Terra – Cedo nos veremos na Pátria.
Inicio de manobra de orientação”.

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  Segundo todas as aparências, estas foram as últimas palavras registradas, parecendo estar tudo bem. Se houve algo mais, as autoridades soviéticas não quiseram revelar. Não obstante, o mistério resiste, ainda que uma falha técnica determinasse uma descompressão da cápsula, o exame da cabine demonstrou “que não apresentava nenhum defeito de estrutura” e que só a perda de uma junta do sistema de fechamento hermético, poderia provocar a catástrofe.

  Uma falha como esta condenava os cosmonautas sem a possibilidade de escaparem. Por outra parte durante o voo deveriam ter registrado uma queda de pressão, como ocorreu na Apolo-13, na qual foi detectada imediatamente uma explosão no compartimento de máquinas.

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  Uma resposta ao mistério seria dada mais tarde pelo doutor Gultekin Gaymec, de origem turca, quem ao ouvir a notícia lembrou que a intensidade de cargas elétricas presentes na atmosfera responde a certos ciclos definidos.

(Aqui vai uma nota do rusmea.com: Pesquisei sobre esse tal Gultekin Gaymec e só encontrei referências a este episódio...O que aumenta a conotação de lenda urbana sobre essa parte da história.)

  O médico deduziu que a carga elétrica na ionosfera aumentaram repentinamente até extremos que conduziu a uma aguda alcalose nos astronautas soviéticos. A alcalose ou conteúdo alcalino exageradamente elevado no sangue e tecidos, podem produzir uma parada cardíaca. O anidrido carbônico que se faz presente em excesso no organismo, provoca ríctus no rosto das vitimas, dando o aspecto de estarem sorrindo.

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  O médico fez provas em voluntários, descobriu uma correlação direta entre os pacientes e os ciclos elétricos atmosféricos: aumentava o índice de sódio e colesterol. Além de que os níveis de potássio caíam, lembrando que o potássio é vital para a correta atividade eléctrica do coração. Estes estudos têm ajudado a blindar melhor as naves espaciais, mas também para assinalar que os campos elétricos da atmosfera, que são provocados pela atividade solar, estão diretamente relacionados a muitas enfermidades, como os ataques do coração.

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  Apesar de haver uma explicação científica razoável, ainda existem muitas dúvidas do porquê sorriam os astronautas mortos após a aterrissagem automática da nave".

  O acidente com a Soyus-11 que levou a vida de 3 cosmonautas, por si só já seria bastante perturbador, terrível e marcante, sem a necessidade adicional de sorrisos fora de lugar.




Reportagem escrita por: Marcos Dias
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